Um Desafio de Elevação da Consciência: 57 Dias de Consciência – #57deconsciencia

 

Dia desses me veio o chamado para fazer um desafio que pedisse envolvimento, tanto meu quanto das Almas que me acompanham nas redes sociais.

Sabemos que o mundo anda cheio de desafios – e que desafios! E no Brasil os desafios não tem sido muito menores. Sei que nós, brasileiros, somos um povo que ama as Redes Sociais e sei, também, o quanto as redes sociais podem ser uma faca de dois gumes: elas podem ser veículo de extrema Luz, ao nos possibilitar aprender, ensinar, ajudar, entrar em contato, obter informação, e compartilhar mensagens positivas, auxiliando na elevação da consciência coletiva. Ao mesmo tempo elas podem, também, ser veículo de escuridão, difamando, ofendendo, machucando, espalhando mensagens de medo, ódio, preconceito e ameaças.

Eu –  como acredito que a maior parte de vocês também –  uso as Redes Sociais para compartilhar e receber Luz. Vejo as Redes Sociais como uma verdadeira benção, porque elas nos possibilitam não apenas entrar em contato com familiares e amigos que moram longe, como também a chance de conhecer pessoas que, de outra forma, talvez nunca encontrássemos. Porém, manter-me como uma consumidora – ou receptora – do que as Redes têm de melhor tem sua porção de desafio.

Dê uma olhada no seu feed de notícias do Facebook, Instagram ou Twitter. Dê uma olhada em quantas notícias nada bacanas e postagens que trazem reclamação, crítica, raiva, vitimismo, etc você verá por lá. Veja bem, quem posta esse tipo de conteúdo acredita, em sua consciência, que está fazendo algum tipo de bem. Outras pessoas também usam as Redes Sociais como local para desabafo (elas aparentemente se esquecem de que existe um sem número de pessoas lendo o que elas escrevem, as vezes tenho a impressão de que as pessoas acham que, ao postar certas coisas nas Redes Sociais estão, na verdade, apenas escrevendo no seu Diário pessoal que guardam na privacidade do seu quarto). Mas a verdade é que as Redes não trazem essa privacidade. E as vezes achamos que só quem comentou ou curtiu a postagem leu o que escrevemos, mas não é assim: as pessoas leem, muitas vezes apenas julgam, mas não deixam nenhuma mensagem. Outras vezes as postagens levam um conteúdo que, ao invés de colaborar e elevar, apenas contaminam. Somos Um e nossas ações (assim como pensamentos) afetam aos outros e ao ambiente, tanto do lado positivo quanto do negativo.

Além disso estamos dentro do período de Omer, que são dias desafiadores em que atuaremos de forma proativa com o objetivo de realmente merecermos a Luz que recebemos na conexão de Pessach. Assim, estas mensagens diárias nos ajudarão a manter nossa vibração elevada e nos ajudarão a nos lembrarmos de que o desafio existe para que possamos enfrenta-lo com consciência e – por que não? – felicidade pela oportunidade de auto lapidação e e revelação de Luz.

Tendo em mente este quadro, senti que o movimento dos #57diasdeconsciencia seria uma oportunidade única e muito proveitosa de colaborarmos com a elevação da consciência e a positividade da nossa comunidade que faz parte das nossas Redes Sociais. Do meu jeito como acontece com os “desabafos” que citei anteriormente, quando compartilhamos algo bacana e inspirador, muitas pessoas não comentam e não curtem, mas tiram proveito dessa energia positiva – e isso é o que interessa.

Por que a aderir a este movimento?

A bem da verdade, tudo está conectado, não existe aquela separação que muitas vezes achamos que existe, de vida real x vida virtual. Nada disso: energia é energia e, como já sabemos, energia é tudo que há. A verdade é que a Internet possui um poder imenso de distribuição de informação e, com ela, de energia. Que energia você quer distribuir?

Minha intenção por trás desta proposta é começar algo que, eu sei, ainda tomará uma proporção maior do que imaginamos, maior do que nós mesmos, maior do que nossos sonhos. Minha intenção é fortalecer nossa Comunidade de Consciência através da distribuição de mensagens de elevação da consciência. Quando alguém clicar na hashtag #57diasdeconsciencia no Instagram, no Facebook e no YouTube verá quem nós somos, verá que temos rosto, que somos de Verdade, verá que existe uma comunidade que busca compartilhar Luz, e que talvez essa seja a Tribo para a qual esse alguém deseja entrar. 

Com os #57diasdeconsciencia resolvi dar um passo adiante e, além de convidar aqueles que fazem parte da Comunidade de Consciência que se formou ao redor das minhas Redes Sociais ao longo dos anos para compartilharem todos os vídeos que publicarei diariamente, também os convidei a criarem seus próprios vídeos, textos, frases, imagens, fotos ou trechos de livros que podem mudar o dia de alguém. Já que podemos optar entre compartilhar Luz, compartilhar Luz e seguir neutro, nem preciso dizer: escolha sempre compartilhar Luz

 

Quando você receber algo que tenha mudado sua vida, quer seja um livro, vídeo ou pensamento; quer seja um conselho ou o conhecimento de uma nova sabedoria, não perca tempo: compartilhe imediatamente com os demais. Esta atitude não apenas canaliza mais Luz para a Terra, como te prepara para ser não apenas canal como também receptor de ainda mais Luz na sua Vida. E quando esse tipo de ação acontece em conjunto, como estou propondo com os #57diasdeconsciencia , a Luz revelada é ainda maior, tanto na vida dos participantes quanto na vida daqueles que nos cercam e, em última análise, no mundo. 

 

Como vai funcionar?

Ao longo de 57 dias, começando no dia 1 de Maio de 2017 até o dia 26 de Junho de 2017 postarei 1 vídeo por dia, todos os dias, às 8h da manhã no meu canal no YouTube (clique AQUI e inscreva-se) e na minha FanPage no Facebook (clique AQUI e inscreva-se).

 

Como você pode participar?

Você pode participar compartilhando os meus vídeos nas suas Redes Sociais para chamar mais pessoas para esse movimento de desenvolvimento de consciência. Você também pode criar e compartilhar seus próprios vídeos ou textos, frases, imagens, fotos, trechos de livros, etc, que auxiliem na elevação da consciência, usando a hashtag #57diasdecosnciencia e também #rachelnewman e #transformesuavida para que eu e todos que estão participando deste mutirão possamos, não apenas nos inspirar com suas mensagens, como para que possamos ter um verdadeiro registro do que foram estes 57 dias que, eu tenho Certeza Absoluta, vão mudar as nossas vidas e daqueles à nossa volta.

 

Por que 57 dias?

Meu Nome de Deus na Kabbalah é o de número 57: Escute a Sua Alma. E foi isso que fiz para lançar esse desafio/movimento: escutei a minha Alma e aqui estou. E se você escutar da sua Alma o chamado para vir de mãos dadas comigo nessa aventura de 57 dias, saiba que meu coração já se abre em gratidão à você, Alma querida. Eu Sou Você, Você É Eu.

Somos Um! Vamos juntas e juntas somos mais fortes!

Gratidão, com Amor,

 

Missão de Vida: como saber qual a minha? – E um pouco da minha história

missao de vida rachel newman

 

“Missão de Vida: como saber qual a minha?” Essa é uma pergunta tão frequente. Todos querem saber: por que raios estou aqui? Para quê nasci? O que vim fazer aqui? Como posso dar o meu melhor nesta vida?

Como muitas pessoas têm me procurado com esse dilema, tenho pensando muito neste tema e tenho aprimorado minha forma de encará-lo. Isso envolve o fato de eu começar a criar uma forma de colocar esse assunto que seja especificamente minha. Antes eu não pensava tanto assim na diferença entre o Propósito e a Missão de Vida. Hoje eu estou aqui para compartilhar com vocês um pouco da estrutura que estou desenvolvendo para esse tema, sob o ponto de vista do Propósito e da Missão, como estão relacionados, como se apoiam e se complementam. Este texto faz parte de um processo em construção. Como tudo que desenvolvo, adiciono ideias, reorganizo e corrijo conforme a experiência e a aquisição de sabedoria sobre aquele tema. Com isso espero lançar uma Luz sobre esse assunto que causa tanta inquietação. 

Resolvi compartilhar um pouquinho da minha história pessoal para ilustrar como essa minha forma de pensar atua na prática.

Em primeiro lugar, compartilho a diferenciação que faço, hoje, entre Propósito de Vida de Missão de Vida:

  • Propósito de Vida: o propósito de vida de absolutamente todos nós é o mesmo, ou seja, nos aperfeiçoarmos. Estamos aqui para trabalharmos de tal forma a estarmos a cada dia mais próximos da nossa essência divina do que estávamos no dia anterior. O outro não tem nada a ver com isso no sentido de que não se trata de se comparar com o outro: “Nossa, essa pessoa está evoluindo e eu aqui? Nossa, quero ser como aquela pessoa, enquanto não for, não terei conseguido.” Não. Trata-se de algo entre “Eu e eu mesmo”, trata-se de um exercício pessoal de remover as camadas que nos afastam do nosso Verdadeiro (e perfeito) Eu e de revelar a nossa Luz (única).
  • Missão de vida: a missão de vida, a meu ver, está associada com as maneiras através das quais vamos nos empenhar na na realização do Propósito de Vida, com o que nos favorecerá encontrar terreno propicio para nossa empreitada. Isto é, o que me possibilitará me aproximar da minha verdadeira essência e revelar a Luz que vim revelar? Não acredito que a missão de vida seja uma só e nem que ela esteja apenas associada ao trabalho (no sentido de profissão). Acredito que todos nós temos opções no que se refere à essa missão, pois acredito que muitas são as formas e os meios através dos quais podemos nos lapidar, golpear o ego e remover as camadas que nos afastam da nossa verdadeira essência.

 

⇒ Como saber qual minha missão de vida?

Relembrando, o Propósito de Vida é nos tornarmos hoje melhores do que ontem, nos aproximando da nossa essência, e a Missão de Vida é o meio que torna esse trabalho possível e que o favorece.

Cada um de nós veio transformar traços de sua personalidade específicos. Uns vieram aprender a serem mais seguros. Outros vieram aprender a serem menos orgulhosos. Outros vieram aprender a pensar mais nos outros e outros, como eu, vieram aprender a controlar menos.

 

⇒ O que você queria ser quando era criança?

Absolutamente toda criança tem a aspiração a ser algo quando crescer: professora, bailarina, médica, como a mãe, como o pai, como a tia, astronauta, cantor, freira (!).

Vá fundo nas lembranças… o que você queria ser?

A questão não é a profissão em si, ou a pessoa em si, uma vez que, quando somos crianças, nosso conhecimento de carreiras existentes ou até mesmo de pessoas existentes é muito limitado. A questão aqui é outra. Quando puxar essa memória, a pergunta é: O que você queria sentir quando pensava que queria ser aquilo quando crescesse? Essa é a chave. Essa reflexão pode nos ajudar a conectar nosso Propósito de Vida com nossa Missão de Vida.

Dentre as coisas que eu queria ser, estavam freira, professora, o Eduardo Suplicy e a Xuxa. Queria ser freira para sentir que estava ajudando as pessoas, vivendo por algo maior que somente eu mesma. Queria ser professora para ensinar pessoas a se elevarem, a saberem que podem ser mais, saber mais, alcançar mais. Queria ser o Eduardo Suplicy porque as cenas das Diretas Já me afetaram muito, e queria usar minha imagem e comunicação para mostrar que tudo poderia ser melhor. Queria ser a Xuxa para proporcionar felicidade às pessoas, para entretê-las de alguma forma.

E, do meu jeito peculiar, me tornei uma mistura de freira, professora, Suplicy e Xuxa.

 

⇒ O que você teme?

Essa é outra dica importante. Muitos falam “Sua Missão de Vida está atrelada a àquilo que você faz bem”. Não discordo disso, mas acho que essa visão é um pouco superficial. O medo é uma das mais poderosas e eficientes ferramentas do ego para nos impedir de revelar Luz. Em sendo assim, prestar atenção àquilo que tememos pode nos ajudar muito a entender como podemos chegar à missão. Eu, por exemplo, tinha pavor de falar em público, que me olhassem, que me notassem, sobretudo pessoas que eu não conhecia. A chamada “timidez”. No entanto descobri que uma das minhas maiores formas de revelar Luz e parte da minha missão de vida está exatamente na comunicação. 

Assista ao meu vídeo sobre Timidez clicando AQUI e ao meu vídeo Enfrentando o Medo clicando AQUI.

 

⇒ Minha História

Para ilustrar este texto, conto aqui um pouco sobre minha história e descoberta no que se refere à Missão de Vida.

Quando eu era pequena, em torno de 5 anos, vi duas freiras passando na rua e perguntei aos meus pais quem eram elas. Eles responderam que eram freiras. Então, perguntei o que elas faziam, e eles, que acho que nem estavam prestando muita atenção, me disseram que eles ajudavam pessoas. Pronto. Estava decidido. Naquele ponto da minha vida eu já sabia que queria ajudar os outros, e se era isso que freiras faziam, freira eu seria. Mas não tinha, claro, a mínima noção de escolha de profissão ou do que significava ser freira. Também queria muito ser professora (eu ensinava não apenas as crianças menores a ler, como adultos a nadar), queria ser como o Eduardo Suplicy (eu era criança mas me emocionei e me conectei demais com tudo que aconteceu ali – mais tarde, como sabem, acabei tornando-me cientista política), queria ser como a Xuxa (entreter as pessoas era algo importante para mim, que acabei me transformando na atriz e comediante dos círculos familiares, social e profissional). E a dica das pessoas ao longo da minha vida, sobre o que eu fazia com maestria era ouvir e aconselhar, tanto que muitos diziam que eu devia ser psicóloga, coisa que nunca me interessou.

O tempo passou e por um bom tempo eu achava que queria ser freira, até que no começo da adolescência percebi que não era esse o meu caminho. Então comecei a me questionar “Como ajudar pessoas? Como fazer disso meu trabalho?” Primeiro pensei em Medicina, prestei o vestibular e o Universo, sábio como sempre, não me permitiu passar. Como amante de Redação, História e tudo relacionado à Humanas, decidi ser historiadora. Resolvi, então, perguntar sobre essa carreira para o professor de História do Brasil que tínhamos na época. A aula dele era muito diferente, sabe? Cheia de ação, um ponto de vista bem diferente da História, bastante atrelado à Política. Ele me disse, então, que não havia feito História, mas sim Ciências Sociais, carreira da qual nunca havia ouvido falar. Mas resolvi pesquisar sobre e me apaixonei. Cientista Social eu seria.

Durante a faculdade aprendi demais, me apaixonei por Antropologia, Sociologia e, sobretudo, Ciência Política, área na qual me apaixonei na faculdade e na qual fiz meu Mestrado. Porém, na faculdade, já sentia que minha urgência de ajudar pessoas não estava sendo saciada em sua totalidade. Aí comecei a trabalhar em pesquisa de mercado, e continuava com essa sensação de “Não vim fazer o que devia estar fazendo”.

Neste ponto interrompo para dizer que, na certa, quando falo que tinha a sensação de “Não vim fazer o que devia estar fazendo”, você deve estar pensando que era ajudar as pessoas… Sempre, durante a minha vida, eu ajudei as pessoas da maneira que podia, da forma que a consciência que eu possuía me permitia. Não era meu trabalho, mas essa missão eu cumpria da maneira que era possível. Logo, essa sensação da Alma era outra. Na verdade, era a urgência de aprender a deixar de controlar!

Isso!

Nasci com o ego do controle, que é tão ligado à materialidade e ferramentas como o mapa astral e outras ferramentas da Kabbalah confirmaram isso mais tarde. Eu nem sabia naquela época em que trabalhava com Pesquisa de Mercado, mas na verdade eu tinha muito trabalho a fazer aqui antes de pensar em ajudar os outros como profissão. Veja bem, todos nós temos vários, inúmeros egos, mas existe um ego central que dá suporte e apoio aos demais.

Eu era aquela pessoa que queria trabalhar na empresa até me tornar Presidente. Eu era aquela bem ligada ao trabalho formal, à segurança profissional. Terra, Capricórnio, Touro, precisava de muito apoio na matéria. Eu era aquela que me cobrava de modo surreal, perfeccionista, não entendia que somos todos perfeitos exatamente como somos, para o trabalho que viemos desenvolver. E isso me causou sofrimento algumas vezes.

Precisei me empenhar em realmente cumprir meu Propósito de Vida (com a alegria e, sobretudo, dor que isso trazia) para entender minha Missão de Vida enquanto profissão.

O meu Propósito de Vida me levou à minha Missão de Vida

Dentro dos vários egos que vim trabalhar, o do controle era o ego central. Um dos meus maiores trabalhos por aqui era aprender a mudar de ponto de vista, quebrar paradigmas, ver por outro ângulo, ter certeza absoluta na Luz, no invisível, saber que toda forma de controle é ilusão, tornar-me alguém muito diferente daquela que era quando nasci nesse sentido.

Eu tinha certeza absoluta na minha necessidade de controle. Acreditava que as coisas estavam nas minhas mãos, não no sentido de “Sou a Poderosa e posso tudo”, não, mas sim no sentido de “Sou responsável por isso e, se não der certo, sou uma inútil”. O que isso me trazia? De forma muito resumida, eu me punia internamente a cada coisa que dava errado no trabalho, mesmo que não tivesse nada a ver comigo o resultado. Exemplo: eu fazia parte de um projeto e uma vez o cliente cancelou uma das atividades que já estavam prontas em cima da hora. Isso mostrava falta de profissionalismo dele, mas eu não via assim. E sofria muito. Quando meu pai era vivo e tinha diabetes eu queria controlar o que ele comia para que não comece doces. Vivia procurando balas que ele trazia para esconder. Quando ele faleceu tudo que me vinha à cabeça era que eu havia falhado e que se tivesse feito melhor em controlar o que ele comia, ele estaria ainda aqui.

“Se sua compaixão não inclui você, ela é falha.” (Buda)

Eu tinha compaixão pelos outros, mas não tinha compaixão comigo, logo, jamais poderia trabalhar ajudando os outros a terem autocompaixão de forma consistente. Ninguém pode dar o que não tem. Eu achava que era possível controlar as coisas e, mais que possível, achava que essa era minha obrigação. Eu jamais poderia trabalhar ajudando as pessoas a entenderem que apenas a Luz está no comando. Eu me punia com pensamentos negativos a meu respeito quando as coisas não saiam perfeitas. Eu jamais poderia trabalhar ajudando as pessoas a entenderem que devem nutrir pensamentos positivos a respeito de si mesmas.

Percebe? Como não estava cumprindo plenamente meu Propósito de Vida, não podia entender como realmente colocar em prática minha Missão de Vida de forma mais intensa e clara sob a forma de uma profissão.

Quando comecei a fazer um trabalho exaustivo, com dedicação intensa ao desenvolvimento da consciência, a ter um estilo de vida espiritual e a mudar quase todos os meus paradigmas comecei a entender como poderia ajudar os outros. Até então, apesar de ter nascido numa família espiritualizada, ser uma Mentora Espiritual nem me passava pela cabeça, não via isso por aí.

 

⇒ Para que eu pudesse ver, o véu precisou sair dos meus olhos

“Poxa, que dureza, hein, Rachel? Tantos anos fazendo coisas erradas até conseguir descobrir sua Missão de Vida?” podem pensar as cabecinhas que possuem o ego do imediatismo. A verdade é que minha Alma se comprometeu a ajudar pessoas nessa vida, e tudo que vivi até aqui era o que eu precisava viver para ajudar as Almas que estão conectadas a mim e que podem se beneficiar com a minha orientação.

Podemos aprender com quem apenas estuda ou com quem passou e passa por aquilo

A verdade é que, quando a hora chegou, minha missão de vida, sob o ponto de vista profissional, se apresentou a mim.  E foi natural, quase inesperado. Se eu estivesse perseguindo isso com desespero e ânsia, estaria buscando controlar, e a verdade não iria se revelar para mim, porque eu estaria indo exatamente contra meu Propósito de Vida.

 

⇒ Faça as pazes com seu Propósito de Vida e permita que sua Missão de Vida se apresente para você

Eu tenho certeza absoluta de que nada, nada mesmo acontece na hora errada. Tudo acontece como tem de ser, nem cedo demais, nem tarde demais. Por isso, se você ainda não consegue entender qual sua Missão de Vida, é porque você não está trabalhando no seu Propósito de Vida de forma consciente. Por que digo “de forma consciente”? Porque acredito que todos nós, ao nascermos, nos deparamos com situações e pessoas que nos auxiliarão a cumprir essa missão (e se não for pelo Amor, será pela dor). A questão é que, quando não temos uma consciência por traz disso, o processo pode ser muito mais demorado e penoso. Os véus insistem em cegar a visão, e as cabeçadas são mais frequentes e machucam mais, o caminho é muito nebuloso.

Por isso ter uma Mentora, um Mentor, auxilia nesse processo. Na verdade, todos nós acabamos tendo mentores, mas precisamos aprender a selecionar melhor quem são essas pessoas, de acordo com nosso objetivo final. Se pedirmos a Luz colocará as pessoas certas no nosso caminho, mas precisamos saber entender enxergar. Ressalto que esses mentores não são necessariamente pessoas com as quais fazemos sessões, das quais temos acompanhamento de perto, muitos desses mentores são pessoas que jamais conheceremos pessoalmente ou falaremos diretamente. São pessoas cujos livros, vídeos, filmes, estilo de vida nos influencia. E todos nós temos vários mentores, não apenas um, e nas mais variadas áreas de nossas vidas.

 

⇒ Missão de Vida nem sempre está relacionada com trabalho do tipo carreira profissional

Muitas pessoas nascem de forma a cumprir seu Propósito de Vida de outra forma, que não na carreira profissional. Minha mãe, por exemplo, cumpriu seu Propósito sendo mãe, esposa, irmã, filha, amiga, ou seja, nos relacionamentos. Se você foi uma pessoa que em outra vida deixou família e relacionamentos pessoais de lado para perseguir loucamente carreira ou algo assim, talvez nessa vida você venha para se dedicar a isso. E o contrário também é possível. Lembre-se, viemos para lançar mão de tudo que já temos de Luz, mas sobretudo viemos para transmutar a sombra em Luz. Hoje não tenho dúvidas, por exemplo, de que ser esposa é uma Missão de Vida minha, que me auxilia a desenvolver meu Propósito de ser hoje melhor do que ontem, de golpear o ego e compartilhar.

 

⇒ Compartilhe, dedique-se aos outros, voluntarie

Uma forma muito eficaz de se aproximar da sua Missão de Vida também consiste em estar mais em contato com as pessoas. Em servir mais e, assim, deixar que os demais lhe mostrem aquilo em que você revela Luz intensa. No contato com o outro temos muitas oportunidades de entendermos o que nos faz sentir aquilo que queríamos sentir lá atrás, quando crianças.

 

⇒ Mentoria Espiritual

 No caso específico de enxergar nosso ego e a melhor forma de cumprirmos nosso Propósito de Vida, chegando à Missão de Vida, meus Mentores Espirituais foram simplesmente centrais. Dentre os vários mentores e mentoras que tenho, com 3 tive contato pessoal e a feliz oportunidade de fazer um trabalho intenso: 2 mulheres e 1 homem. Essas pessoas me auxiliaram a descobrir quais os meus egos e qual o meu ego central, me ajudaram a entender muitas coisas, muitos caminhos, muitos “para quê”, e se permitiram ser canal da Luz para dar muito sentido à minha caminhada. E com imensa alegria descobri, então, que minha Missão poderia ser atuar como Mentora Espiritual, auxiliando as Almas à minha conectadas a acessarem o caminho de forma mais certeira, como fizeram comigo.

Como Mentores Espirituais auxiliamos na economia do bem mais precioso que existe no Universo: o tempo. Porque dinheiro você perde e ganha novamente, até saúde você pode recuperar, mas tempo não: o tempo apenas se vai.

 

⇒ Dica final

Se estiver muito complicado para entender o caminho sozinha ou sozinho, procure mentores. Se não tiver como pagar um programa de Mentoria, se não quiser entrar num processo de Mentoria ou se a pessoa que você queria que fosse seu Mentor ou Mentora não está acessível a você de alguma forma, descubra maneiras de ter acesso ao que essa pessoa faz e pensa, através de livros, textos, vídeos, etc… Hoje em dia quase todo o mundo publica algo na Internet. Um dos meus Mentores ao qual não tenho acesso direto – para citar apenas um deles – é Tony Robbins. O que faço é ler seus livros, assistir aos seus vídeos e planejar um dia estar na mesma sala que ele, através de seus eventos (isso porque ele não ministra eventos online, que eu saiba, senão já estaria inscrita). E assim faço com muitos outros.

NOTA FINAL IMPORTANTE: não permita que sua sede de descobrir sua Missão de Vida sob o ponto de vista da profissão te desvie do caminho de cumprir seu Propósito de Vida: ontem melhor do que hoje, hoje golpear um pouco mais o ego do que ontem, hoje revelar mais Luz do que ontem, hoje Amar mais do que ontem. E a isso você pode e deve começar a se dedicar agora.

 Com Amor,

Rachel Newman

 

Manifestando um sonho: estamos no ar!

Rachel Newman

Então é isso. Aconteceu. Manifestou. O sonho de tornou realidade. É real. Estamos aqui.

Escrevo essas linhas com os olhos cheios de lágrima e o coração aquecido em gratidão e felicidade. Hoje é dia 5 de julho de 2016. Há exatos 6 meses atrás era meu aniversário. Daqui há exatos 6 meses será meu aniversário novamente.

Hoje o www.rachelnewman.com.br está oficialmente finalizado. E ele estará no ar para todos vocês no dia 8 de julho de 2016. O que isso significa? Trata-se apenas de mais um site, não? Definitivamente NÃO. Trata-se da manifestação de um projeto que era um sonho. Um projeto que para se tornar realidade nocauteou meu ego muitas vezes (imagino quantos nocautes mais não virão por aí YAHYYY! \o/). Medo. Dúvidas. Desânimo. Indecisão. Uma lesão. Sim, uma lesão. Quem me acompanha viu o vídeo no qual contei sobre minha lesão no joelho (clique AQUI para assistir). Aprendi com meu amado Mentor que a cada perda enfrentada com a consciência correta, colhemos 18 ganhos. A esta altura já contei 15 ganhos, e a contagem continua.

Esse site é a manifestação do meu projeto de expandir meu trabalho, o Transforme Sua Vida, levando a mensagem da Luz aos quatro cantos do mundo, para todas as pessoas capazes de entender a língua portuguesa. Além disso, através deste centro de apoio na Terra, irei oferecer cursos, material e programas baseados no método Transforme Sua Vida para aquelas Almas que realmente querem aprofundar-se na autotransformação e co-criação da sua vida.  Este site é a minha Casa na internet. É nosso QG, nosso porto seguro, nosso ponto de encontro.

Aos 5 anos de idade uma menininha, que nasceu numa família extremamente espiritualizada, viu duas freiras passarem e perguntou aos pais quem eram elas. Os pais disseram que eram freiras e ela perguntou o que elas faziam. Eles responderam que ajudavam pessoas e estava decidido para ela: como o que ela queria fazer da vida era ajudar pessoas, freira ela seria. Décadas se passaram. Nessas décadas essa menininha cresceu, viveu as experiências sempre questionando-se e com sede de aprender. Essa menina tentou carreiras nas quais pudesse ajudar pessoas, e ela nem sabia ainda, como seria seu jeito particular e único de ajudar pessoas. Ela cresceu mantendo a tradição familiar de trabalhar a espiritualidade. Mas ela não sabia que esse poderia ser seu trabalho.

Em 2012, depois de passar por escola, cursos, universidade, mestrado, essa mulher começou a vislumbrar a possibilidade de trabalhar com aquilo que lhe vinha naturalmente: a espiritualidade, começou a entender que o ajudar pessoas poderia vir desse caminho. Entendeu, então, qual o tipo de ajuda que ela poderia oferecer.

Eu ajudo pessoas na elevação da consciência. Ajudo pessoas extremamente brilhantes e responsáveis a revelarem seu melhor ao responsabilizarem-se e saírem da ilusão de caos. Ajudo pessoas a fazerem o que faço na minha vida dia a dia. Autotransformação, consciência, mudança de paradigmas. É assim que eu ajudo pessoas.

E este site é a manifestação do início de uma nova fase. Este site, para mim, significa o rompimento da ilusão de espaço e distância. Somos Um.

Um dia já me perguntei: “Quem sou eu para ser mentora ou professora espiritual?” Este foi mais um paradigma que se transformou totalmente para mim. Afinal, quem são os verdadeiros mentores e professores espirituais? Os verdadeiros mentores e professores espirituais, na minha visão, são aqueles que servem aos outros. São aqueles que aceitaram usar o que viveram e aprenderam – nesta e em outras vidas – para auxiliar aos outros, são aqueles que aceitaram servir de canal de Luz para aqueles que desejarem tê-los como tal. Verdadeiros mentores e professores sabem que seu talento é, na verdade, um talento da Luz, apenas emprestado para que eles possam servir: eles sabem que cada benção recebida o é para compartilhar e ajudar na elevação de outros e, assim, da humanidade. Verdadeiros mentores e professores espirituais não estão aqui para criar eternos alunos, discípulos ou seguidores. Eles estão aqui para auxiliar na autocriação de outros mentores e professores, e de outros canais de Luz. Eles ficam felizes quando seus alunos temporários crescem, brilham, se destacam.

A minha felicidade é ver a sua felicidade.

Não se engane: estamos aqui para sermos felizes. E aprender a surfar nas ondas da vida, nos altos e baixos, nas ilusões do 1% do mundo terreno, é a forma de conhecermos o equilíbrio interior – o único possível.

Este site não é apenas um site. É a materialização de um projeto imenso, gigantesco de compartilhar. É a materialização de um sonho, logo, não é mais sonho, é realidade. É a manifestação de algo que sempre existiu nos 99% e que agora vem para o 1% com força total. Sonhos que sonhamos juntos são realidade, não é assim que dizia aquele cara de Liverpool? Esse projeto aqui não foi sonhado só por mim. Ele foi sonhado, ainda que de forma inconsciente, por milhares de Almas que hoje acompanham meu trabalho online e outras milhares, milhões, infinitas (!) que ainda chegarão até aqui.

E para que esse projeto se manifestasse aqui no 1% algumas pessoas trabalharam comigo dia a dia, lado a lado. Meu marido, chama gêmea, parceiro, melhor amigo, incentivador e inspiração, Simon, que criou a identidade visual deste site baseado na visão que ele tem de mim; a amiga querida Dani que fez este site existir no 1% e se tornou uma grande parceira nessa jornada; meu mentor Luiz que me apoiou, mostrou horizontes e me lembra todos os dias da minha missão; meus amigos Wil e Rita que me deram dicas, sugestões e conselhos ao longo do processo. Gratidão a todos.

E a cada uma de vocês, Almas queridas presentes no YouTube, Facebook, Instagram e Snapchat, que me inspiraram, incentivaram e motivaram na materialização desse ponto de apoio na matéria do nosso trabalho de consciência, gratidão: isso tudo é para vocês, para que possam acessar o máximo de sabedoria que eu possa passar. Uma vez ouvi que não estamos mais na Era da Informação, mas na Era da Transformação, e por isso eu digo que muito mais do que apenas passar informação, quero te inspirar a Ser mais, a Viver mais, a transformar a si mesma e à sua vida.

E agora começa o trabalho de verdade.

Entra, senta, pega um copo de suco, de água, uma xicara de chá. Nossa conversa vai ser longa. Cheia de risos e lágrimas, cheia de superação e de véus saindo dos olhos. Somos Luz, é isso que vamos exercitar aqui: vamos nos despir de todas as camadas que nos distanciam dessa nossa realidade brilhante.

Como sempre digo, vamos juntas!

Eu te Amo, sou grata, te aprecio e incentivo.

 

Rachel Newman